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Menstruar ou não menstruar? Fertilidade, doenças e outros prós e contras explicados​​

 De acordo com a doutora Flávia Fairbanks, a suspensão da menstruação é indicada para quem tem problemas graves relacionados ao período menstrual, como alguns tipos de endometriose, que é a presença do endométrio fora do útero, e adenomiose, caracterizada pela penetração do endométrio na musculatura do útero. 

Ainda há profissionais que indicam a interrupção da menstruação para quem possui mioma, um tumor benigno formado no útero.

De acordo com a professora e ginecologista Flávia Fairbanks, da Clínica FemCar, a ideia de que parar de menstruar faz mal não é verdadeira. “Se a mulher estiver sem fluxo porque foi orientada a usar um método que tem essa finalidade, não há o menor problema. Porém, se ela não menstruou espontaneamente e não usou nada para isso, é preciso investigar sua saúde pois podem haver alterações hormonais”, ressalta.

http://www.vix.com/pt/saude/543774/menstruar-ou-nao-menstruar-fertilidade-doencas-e-outros-pros-e-contras-explicados


 



De olho na endometriose

Constantes dores pélvicas, irregularidades na menstruação e infertilidade são os sintomas mais citados nos consultórios médicos por mulheres com endometriose, doença que afeta cerca de 15% da população feminina em idade reprodutiva.

Doença de difícil confirmação diagnóstica devido à necessidade de uma intervenção cirúrgica para a elucidação definitiva, a endometriose manifesta-se de diversas formas. Dentre as possibilidades analisadas, acredita-se que a associação do refluxo menstrual com a deficiência imunológica seja a principal causa da doença.

No início, a paciente começa a ter cólicas menstruais muito fortes, o que deixa a pelve sensível e dolorida, prejudicando as relações sexuais. “Como o quadro é progressivo e as aderências entre os órgãos pélvicos vão se tornando cada vez mais frequentes, as limitações quanto às posições, a dificuldade de obter orgasmo e a própria libido, tendem a sofrer graves prejuízos”, afirma Dra. Flávia Fairbanks, ginecologista especializada em sexualidade humana.

http://lauramuller.com.br/bloglaura/?m=201302


 


10 posições sexuais confortáveis para gestantes

Especialistas indicam maneiras de deixar o sexo mais prazeroso e agradável para grávidas que não possuem restrições médicas. 

A gravidez é um período de extremas mudanças para a mulher, tanto corporais como emocionais. Junto com a gestação surgem inúmeras dúvidas, entre elas as que se referem à vida sexual. “Será que devo continuar mantendo relações normalmente?”, “Vai machucar o meu bebê?”, “Pode provocar um aborto?” são algumas questões comuns. “O sexo na gestação é saudável, desde que não haja restrição médica, risco de sangramento ou de parto prematuro”, afirma a ginecologista e obstetra Flávia Fairbanks, especialista em sexualidade humana.

Desta maneira, o pré-natal tem mais uma função importante. Além de acompanhar o desenvolvimento do bebê, o obstetra que acompanha a gestante também poderá avaliar se há contraindicações com relação ao sexo.

http://delas.ig.com.br/filhos/2014-02-13/posicoes-sexuais-confortaveis-para-gestantes.html


 



 

Você sente dor ao fazer xixi? Pode ser infecção urinária e precisa tratar 

Se você sente dor e até ardor na hora de fazer xixi, tome cuidado, pois pode ser infecção urinária e necessita de tratamento.

 Eu (Vanessa) nunca sofri com o problema (graças a Deus), mas tenho uma amiga que teve e precisou passar dias internada no hospital para matar a bactéria.

A infecção urinária é causada por uma bactéria que pode se instalar na bexiga (cistite) ou nos ureteres e rins (pielonefrite).

Os principais sintomas são dor no ato de urinar, podendo ser acompanhado de sensação de peso na bexiga, dor lombar, febre e até sangramento na urina, conforme me explicou a ginecologista e obstetra Flávia Fairbanks, especialista em sexualidade humana pela FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

http://noticias.r7.com/blogs/saude-sem-neura/voce-sente-dor-para-fazer-xixi-pode-ser-infeccao-urinaria-e-precisa-tratar-20151005/


 


A vida sexual da mulher com endometriose

Especialista em endometriose, a ginecologista Flávia Fairbanks vinha observando há anos que uma consequência específica dessa encrenca estava sendo negligenciada. Enquanto as dores e mesmo a infertilidade eram alvos dos tratamentos, eventuais disfunções sexuais ficavam em segundo plano ou sequer recebiam a atenção dos especialistas.

“As mulheres com esse problema nunca se sentiam plenamente atendidas quanto às suas questões sexuais”, recorda-se Flávia, que participa do Projeto Sexualidade (ProSex), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Para ter uma ideia clara de quanto a endometriose afetava a vida sob os lençóis, ela recrutou mais de 500 mulheres — algumas com e outras sem a enfermidade.

http://saude.abril.com.br/medicina/a-vida-sexual-da-mulher-com-endometriose/ 


15 fatos sobre vagina que você nem imagina

Segundo a ginecologista Flávia Fairbanks, até mais ou menos a sexta semana de vida intrauterina, o pênis e o clitóris são idênticos e isso inclusive que inclusive impossibilita identificar se um feto é masculino ou feminino olhando exclusivamente para parte genital e só depois desse período começam a se diferenciar. "Do ponto de vista de terminações nervosas, de capacidade de excitação, de resposta sexual, prazer sexual, as estruturas são sim muito semelhantes", conta. 

https://www.buzzfeed.com/julianakataoka/vaginas-sao-muito-maravilhosas? 


 


Endometriose é a principal causa de infertilidade feminina

Fortes cólicas, dificuldade para engravidar e uma série de problemas na hora do sexo. Estas são algumas das complicações na vida de quem sofre de endometriose. Mulheres com a doença têm mais que o dobro de disfunções sexuais, como desejo, excitação, dor na relação sexual e orgasmo/satisfação. É o que aponta estudo realizado por Flávia Fairbanks, que culminou em sua tese de doutorado pela Faculdade de Medicina da USP. 

“É uma doença com impacto negativo em diversos aspectos da vida da mulher, inclusive na função sexual. Os principais sintomas da endometriose são representados por dor e infertilidade, relacionam-se diretamente com prejuízos na atividade sexual, mas aspectos específicos da função sexual dessas mulheres permanecem obscuros, o que motivou a realização deste estudo”, conta Flávia. 

http://blogs.odia.ig.com.br/vidaeacao/raiox/endometriose/


 


O que seria de nós sem fraldas e absorventes higiênicos descartáveis?​

A ginecologista Flávia Fairbanks lembra que, até a metade do século passado, as mulheres costumavam usar as chamadas “toalhinhas” para conter a menstruação. “Os absorventes descartáveis trouxeram liberdade. E o produto foi evoluindo até chegar às versões atuais, que são muito mais práticas e não agridem a pele feminina. ”

O primeiro absorvente descartável foi lançado na Alemanha em 1890 – um modelo rudimentar que evoluiria ao longo das décadas seguintes até ser lançado no Brasil, na década de 1930, com a marca Modess. Seu poder de absorção era muito menor do que os produtos de hoje – e por isso tinha um tamanho muito maior. Os constantes investimentos da indústria de HPPC em inovação fariam surgir os modelos atuais, compactos e extremamente eficientes. 

http://blogs.odia.ig.com.br/vidaeacao/raiox/endometriose/  


 


Mulher pode levar de 3 meses a 1 ano para voltar a ter desejo sexual após o parto 

Após a gravidez, a mulher ganha uma nova função e tem de se readaptar à nova vida. Com um bebê, ela deixa de lado sua antiga rotina e começa a exercer o novo papel: a maternidade. A privação no sono, as mudanças hormonais, e até o abalo na autoestima podem fazer a mulher perder a vontade de fazer sexo, e a nova mamãe pode demorar até um ano para resgatar o desejo sexual, conforme explica a ginecologista especializada em sexualidade feminina Flávia Fairbanks. 

A nova função materna faz a mulher deixar o bebê como prioridade. Ela quer o parceiro para cuidar do bebê e a vida afetiva e sua personalidade enquanto mulher deixam de ser prioridades nesse momento. Então, ela pode levar de três meses a um ano para voltar a ter o desejo sexual e sentir prazer nas relações.

http://noticias.r7.com/saude/mulher-pode-levar-de-3-meses-a-1-ano-para-voltar-a-ter-desejo-sexual-apos-o-parto-10052017


 


Alertas para a mulher durante o verão – Corrimentos e Infecções Ginecológicas

Toda mulher apresenta uma secreção vaginal que varia de acordo com o ciclo menstrual, não tem nenhum odor, é transparente, não causa prurido ou ardor, sendo considerada normal. Quando essa secreção perde as características mencionadas e passa a ter odor desagradável, prurido, ardor ou cor diferente (esverdeada, amarelada ou outra) devemos pensar que se trata de um corrimento.

“Os corrimentos vaginais são causados por microorganismos que podem ser bactérias, fungos ou protozoários. Cada um deles costuma ter características próprias, mas também podem se confundir. Daí, a necessidade de um exame ginecológico completo e alguns exames auxiliares para fechar o diagnóstico” – da Dra. Flávia Fairbanks, professora e ginecologista da Clínica FemCare. 

http://vozdoplanalto.com.br/alertas-para-a-mulher-durante-o-verao-corrimentos-e-infeccoes-ginecologicas/


 


Digital Trix é a assessoria de imprensa da Dra. Flávia Fairbanks

Pesquisa da USP revela que pacientes com endometriose têm mais que o dobro de disfunções sexuais em relação à população sem a doença

A Digital Trix é a nova assessoria de imprensa da Dra. Flávia Fairbanks, professora e ginecologista da Clínica FemCare. Especializada em saúde da mulher, sexualidade, endometriose, Flávia é formada pela Faculdade de Medicina da USP.

Com especialização em Endometriose, pelo Hospital das Clínicas da FMUSP e, pós-graduação em Sexualidade Humana pela FMUSP de 2006 a 2008, a médica é sócia-efetiva de alguns grupos, como a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia; Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo; Sociedade Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva, Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.


 


Sente cólica forte e tem dificuldade para engravidar? Pode ser endometriose

Uma coisa é certa: quando há algo de errado acontecendo com seu corpo, ele te avisará de alguma forma. Sintomas como cólica intensa, dor de cabeça ou até dificuldade para engravidar podem avisar uma doença.  As cólicas intensas e a infertilidade, por exemplo, são sintomas de uma doença presente em cerca de 10% da população brasileira: a endometriose. 

De acordo com Flávia Fairbanks, ginecologista do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo), vários fatores podem fazer com que o corpo da mulher desenvolva a endometriose. O principal deles é o refluxo menstrual, que está associado a causas genéticas – no qual o risco é maior entre parentes de primeiro grau. Além disso, questões ambientais e imunológicas também podem ser consideradas como causas.

http://delas.ig.com.br/filhos/2017-05-22/colica-gravidez-endometriose.html


 


Fabricantes terão que indicar presença de lactose no rótulo de alimentos

Fabricantes de alimentos terão que indicar no rótulo sempre que o produto tiver lactose na composição. A determinação, feita nesta terça-feira (31) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), prevê que em 24 meses todos os produtos devem estar dentro da norma.

A declaração da presença de lactose será obrigatória nos alimentos com mais de 100 miligramas (mg) de lactose para cada 100 gramas ou mililitros do produto. Ou seja, qualquer alimento que contenha lactose em quantidade acima de 0,1% deverá trazer a expressão “Contém lactose” na embalagem. 

http://vozdoplanalto.com.br/fabricantes-terao-que-indicar-presenca-de-lactose-no-rotulo-de-alimentos/


 


Alertas para a mulher durante o verão – Corrimentos e infecções ginecológicas

Toda mulher apresenta uma secreção vaginal que varia de acordo com o ciclo menstrual, não tem nenhum odor, é transparente, não causa prurido ou ardor, sendo considerada normal. Quando essa secreção perde as características mencionadas e passa a ter odor desagradável, prurido, ardor ou cor diferente (esverdeada, amarelada ou outra) devemos pensar que se trata de um corrimento.
Os corrimentos vaginais são causados por microorganismos que podem ser bactérias, fungos ou protozoários. Cada um deles costuma ter características próprias, mas também podem se confundir. Daí, a necessidade de um exame ginecológico completo e alguns exames auxiliares para fechar o diagnóstico”, afirma Flávia Fairbanks, professora e ginecologista da Clínica FemCare. 

http://maringamanchete.com.br/alertas-para-mulher-durante-o-verao-corrimentos-e-infeccoes-ginecologicas/


Sua calcinha terá esse cheiro se você estiver saudável

A grande preocupação das mulheres com a sua região íntima, certamente, é o cheiro. Quando a higiene não é praticada de forma correta, alguns problemas mais sérios podem surgir. Convenhamos, cheiro forte na região íntima não é nada bom, é um sinal que a mulher pode não estar bem de 

Por isso, é recomendado realizar uma consulta com um ginecologista uma vez por ano. Assim, o especialista irá realizar os exames necessários para saber se o corpo da mulher está bem. Mas, será que todas as mulheres sabem qual é o “cheiro correto" que uma região íntima deve ter?

Não é um cheiro forte e nem ruim. De acordo com ginecologistas, o cheiro da vagina é único, assim como o sistema reprodutivo. 

De acordo com a ginecologista Flávia Fairbanks, médica que atua em São Paulo, é fácil identificar o odor normal da região íntima.  

http://br.blastingnews.com/ciencia-saude/2017/02/sua-calcinha-tera-esse-cheiro-se-voce-estiver-saudavel-001462353.html


Corrimentos e infeccoes ginecológicas

Toda mulher apresenta uma secreção vaginal que varia de acordo com o ciclo menstrual, não tem nenhum odor, é transparente, não causa prurido ou ardor, sendo considerada normal. Quando essa secreção perde as características mencionadas e passa a ter odor desagradável, prurido, ardor ou cor diferente (esverdeada, amarelada ou outra) devemos pensar que se trata de um corrimento.

“Os corrimentos vaginais são causados por microorganismos que podem ser bactérias, fungos ou protozoários. Cada um deles costuma ter características próprias, mas também podem se confundir. Daí, a necessidade de um exame ginecológico completo e alguns exames auxiliares para fechar o diagnóstico” - da Dra. Flávia Fairbanks, professora e ginecologista da Clínica FemCare.

http://sucessolondrina.com.br/post/corrimentos-e-infeccoes-ginecologicas


Pílula Anticoncepcional - Fique de olho nos Mitos e Verdades

A pílula anticoncepcional, que foi ícone de libertação dos anos 60, hoje é motivo de preocupação. Muito se discute sobre a segurança em seu uso frequente. Podem estar em forma de pílulas para uso oral, anel vaginal, injeções ou adesivos. Todos os métodos servem como solução para evitar a gravidez indesejada, e outros benefícios podem ser associados a seu uso, como controle de algumas doenças, desde que sigam orientação profissional adequada. Mas, junto com essa revolução, vem também uma série de dúvidas. De acordo com dados divulgados pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) cerca de 100 milhões de mulheres usam pílulas anticoncepcionais em todo o mundo. Mas mesmo tão popular, a pílula traz dúvidas sobre seus efeitos colaterais. Sabendo disso, a Dra. Flávia Fairbanks, ginecologista do Hospital das Clínicas da USP e da Clínica FemCare, esclarece os mitos e verdades sobre o assunto. 

http://folhadoponto.blogspot.com.br/2017/02/pilula-anticoncepcional-fique-de-olho.html 


Mitos e Verdades sobre a Pílula Anticoncepcional

pílula anticoncepcional, que foi ícone de libertação dos anos 60, hoje é motivo de preocupação. Muito se discute sobre a segurança em seu uso frequente. Podem estar em forma de pílulas para uso oral, anel vaginal, injeções ou adesivos. Todos os métodos servem como solução para evitar a gravidez indesejada, e outros benefícios podem ser associados a seu uso, como controle de algumas doenças, desde que sigam orientação profissional adequada.

Mas, junto com essa revolução, vem também uma série de dúvidas. De acordo com dados divulgados pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) cerca de 100 milhões de mulheres usam pílulas anticoncepcionais em todo o mundo. Mas mesmo tão popular, a pílula traz dúvidas sobre seus efeitos colaterais. Sabendo disso, a Dra. Flávia Fairbanks, ginecologista do Hospital das Clínicas da USP e da Clínica FemCare, esclarece os mitos e verdades sobre o assunto. 

https://www.magazinefeminina.com/mitos-e-verdades-sobre-a-pilula-anticoncepcional/


Estudo mostra idade em que as mulheres têm mais orgasmos

Existem muitos fatores que possibilitam que a mulher sinta prazer na hora do sexo como tesão, o quanto ela se sente à vontade com a situação, o envolvimento com o (a) parceiro (a). Mas além desses aspectos, existe um que merece destaque: a experiência, tanto de vida, quanto de prática sexual. 

A prova disso está em uma pesquisa encomendada pelo aplicativo sueco Natural Cycles que perguntou para 2,6 mil mulheres qual é a melhor idade para o sexo. A resposta foi: por volta dos 36 anos. 

http://www.minhavida.com.br/saude/noticias/31130-estudo-mostra-idade-em-que-as-mulheres-tem-mais-orgasmos


Mariana Ferrão desabafa sobre o primeiro parto: "O sonho perfeito terminou como eu não esperava"

Convidada para intermediar o evento Saúde da Mulher & Sexualidade, Mariana Ferrão surpreendeu as convidadas na Estação São Paulo com o depoimento sobre o nascimento de seus filhos. A apresentadora do Bem Estar passou por duas experiências bem diferentes - uma traumática no parto de Miguel, em 2013, e outra exatamente do jeito que sonhou na chegada de João, em 2016.

"No final de 2012 eu resolvi que queria ser mãe e encasquetei que queria ir para a Tailândia. Eu tive a sensação que seria um lugar que eu ficaria absolutamente presente e eu estava precisando daquilo naquele momento", contou Mariana. No caminho para um templo budista em Chiang Mai, ela e o marido, o jornalista André Luiz Costa, conheceram um motorista que os aconselhou a pedir ajuda a Buda para engravidar. "Ele disse 'pede pra Buda que eu tenho certeza que daqui três meses você vai me ligar dizendo que está grávida'", lembrou Mariana.  

http://caras.uol.com.br/bem-estar/mariana-ferrao-desabafa-em-evento-para-mulheres-relembra-partos-miguel-joao-assoalho-pelvico#.WS73tWjyu02


Parar de menstruar é opção para quem sofre com cólica forte ou fluxos intensos. Conheça os métodos disponíveis

Na vida de muitas mulheres, menstruação é sinônimo de inconveniência. Cólicas fortes, fluxo intenso, TPM e outros transtornos fazem com que elas procurem por soluções para interromper o sangramento por longos períodos de tempo.

A suspensão dos ciclos menstruais — que os médicos chamam de amenorreia — pode ser induzida por meio de medicamentos contraceptivos. Os métodos disponíveis atualmente são vários, mas é importante lembrar que a escolha deve ser feita sempre depois de uma conversa com um médico especialista: “Só um profissional qualificado pode avaliar os melhores métodos em termos de eficácia, duração e etc.”, afirma a ginecologista Flávia Fairbanks, que é pós-graduada pela FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) nas áreas de Endometriose e Sexualidade Humana.

http://noticias.r7.com/saude/parar-de-menstruar-e-opcao-para-quem-sofre-com-colica-forte-ou-fluxos-intensos-conheca-os-metodos-disponiveis-05062017